domingo, 18 de agosto de 2013

Pensa, repensa e só pensa

São quase duas da manhã e eu aqui acordada, por que não consigo para de pensar.
Há uma felicidade e uma angústia tomando conta de mim. O que é o certo? O que é o errado?
Cada dilema que eu vivo é parte de uma questão que tenho? Quais os ganhos? Quais as perdas?
Quanto estou disposta a abrir mão? Será mesmo que devo abrir mão? O que é importante pra mim? E se tudo o que é importante, precisa de uma explicação, uma justificativa. Por que tantos acordos velados? Pra que tantas classificações e qual o sentido delas? O que é justo? O que é o tempo? Se seu tempo é diferente do meu por que tem que ser agora? A quantidade de tempo existente justifica uma decisão imediata? Se eu aceito como fica? Ter que abrir mão do que estou experimentando e descobrindo de mim? Se não aceito, estou apenas fugindo? O que constitui a maturidade? O que fazer com o medo? O que arriscar e o que abrir mão? Tenho que aceitar? E quando existem outras sensações e sentimentos em jogo? O que fazer com eles? O que eu quero pra mim? O que a coragem representa? Qual o poder das palavras sobre mim? Até que ponto é um jogo? Quem precisa ganhar e que precisa perder? Preciso mesmo mudar o tipo de relação? Se não mudar não sirvo? Se não sirvo, por que insistir? Se sirvo, por que não aceitar? Isso é algo meu ou algo advindo de uma questão? Como lidar?




sábado, 17 de agosto de 2013

Sonhos

Hoje, um sábado comum, familia reunida, todos conversando e falando ao mesmo tempo, e minha cabecinha dando voltas, o assunto principal, moradia, pra ser mais especifica PAQUETÁ.
 Falamos tanto, idealizamos tanto que levei nos meus pensamento a sutil ideia de morar lá...
Já no final da tarde cheia de expectativa e ansiedade pela chegada de uma pessoa, continuei com minha ideia de Paquetá.
Ao longo do nosso tempo juntos, conversas, risos e um clima gostoso de quem já se conhece há muito tempo, intimidade é o nome certo para isso. Em meio aos risos e a euforia de tê-lo por perto, uma frase se desprendeu no ar, gerando em mim um coquetel de emoções, senti adrenalina correndo nas minhas veias, senti medo, alegria, e junto com isso milhares de pensamentos fumegando. Ele havia me feito uma pergunta desencadeadora, que me levou ao ponto de tensão que estou agora. Falamos de possibilidades, de casamento, falamos de noivado, de morar juntos, falamos da nossa familia. E ao mesmo tempo que eu estava completamente feliz, por desejar isso a muito tempo, me vi completamente apavorada pela situação, por que simplesmente não me via pronta para ser esposa.
Curioso era saber que no meio das milhares de impossibilidades e obstáculos que colocava eu estava sonhando e planejando e imaginando, uma casa em paquetá, nossa filha, indo a escola de bicicleta, as coisas comuns dentro de casa acontecendo, eu sendo a esposa e ele o marido. Mas por que nos sonhos eu conseguia me desligar tão bem das impossibilidades e no plano real elas eram tão presentes? Ainda não sei, e talvez justamente isso tenha me feito calar e pensar, e chorar depois que ele me beijou e saiu...
Agora estou aqui com meus pensamentos e sentimentos na expectativa de que eu consiga fazer algo a respeito, já que nos meus sonhos as impossibilidades simplesmente não existem.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Sentimentos Velados

Faz tempo que não escrevo nada, e pra variar o que me motiva a escrever são sentimentos angustiantes. E o que mais se destaca de todos eles é a raiva.
A raiva está me consumindo a tal ponto de não me permitir chorar, o pouco das lágrimas que consigo derramar, são em silêncio quando me permito tentar sentir não com a cabeça, mas com todo o meu corpo, a raiva que existe em mim agora.
Nunca imaginei que um sentimento fosse capaz de bloquear todo o resto, a minha raiva ganhou uma dimensão tão grande que bloqueou os meus sentidos, sinto como se uma dormência se espalhasse pelo meu corpo e me permitisse apenas pensar e racionalizar tudo o que estou tentando sentir.
Pra mim a raiva está se mostrando como uma comida muito bem temperada, que precisa ser degustada para que eu possa dizer o sabor. Queria poder simplesmente ignora-la mas é impregnante, pois em cada espaço que olho enxergo essa raiva, por que ela está em tudo o que me cerca, por que ela se fez presente em tudo o que sou atualmente.
O pior é que ela não me motiva a coisas boas, ela me remete a vingança e tantos outros sentimentos destrutivos. Mas por que não consigo, simplesmente senti-la, ao invés de racionalizar? Bem simples eu não quero sentir, a dor que ela me causa, o sufocar na garganta e a vontade de fugir de desistir e de mandar um foda-se pra tudo o que há. A minha vontade é gritar , explodir e botar o resto do meu mundo a baixo, mas estou fazendo justamente o contrário, o silêncio tá sendo meu refúgio, a calmaria de um rio é o que sou agora, pelo menos em sua superfície.
Mas eu quero e vou conseguir botar pra fora esse sentimento e será um maremoto passando, tenho certeza. Espero muito que não haja ninguém em meu caminho para afogar.

Luto todos os dias por mim, contra mim e ao meu favor, mas ainda estou tão perdida, talvez agora com toda essa raiva eu consiga mudar o rumo da minha vida.


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

De tanto tentar, um dia se fez renascer...
Doi amar, doi se doar, doi tentar explicar, nas esperança de ser entendido...
Ah! Mais como doi esse amor...
Doi saber que um dia foi bom,
Doi saber que hoje  não é mais tudo aquilo que era antes de doer
Mas será que algum dia não doeu?
Ou a dor sempre fez parte dessa minha vida que se tece a cada dia?
Doi te olhar nos olhos e saber que tantas verdades nunca serão ditas
Doi saber que as mentiras nos destruiram
Doi viver com medo da dor...
Por que dessa dor, vem todos os meus males
Todas as tempestades que não consigo apaziguar em meu peito
Doi o choro que cala dentro do peito, que trava a garganta e não sai
Doi o corpo inteiro sofrendo a angustia de não ter uma solução
E antes de tudo doi a decisão primaria que deixa seu rastro na vida que segue..
Passiva...sem tempero...sem sabor.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Tem coisas que a gente explica e outras tantas que a gente só sente...
Depois de um dia tão perfeito, tão intenso, tão bom, por que ainda sinto que me falta algo...
É tanta angústia que habita em meu peito que nem sei mais como posso me livra dela...
Por coisas tão pequenas, tão insignificantes, que a essa altura do campeonato não deveriam fazer a menor diferença, mas me incomodam tanto, me atormentam tanto, que as vezes a vontade que dá é desistir, de tentar mais uma vez..

Queria uma formula que me fizesse esquecer tudo que se passou...que me fizesse ter plena convicção do que eu quero...mas sito tanto medo, tanta tristeza por tudo que deixei...

As vezes ao longo do dia paro e fico a olhar o vazio, estudando possibilidades futuras e remoendo o passado, me açoitanto com os possíveis "se fosse assim.." ou "se tivesse sido daquele jeito..."

Não vou me conformar com minhas decisões, sinto culpa, uma enorme culpa e infelizmente isso irá me acompanhar pelo resto da vida... junto com todo o amor que tenho pela pessoa mais especial que Deus me deu!!

Dias se passam e fica a vontade de explodir...        

domingo, 26 de agosto de 2012

O desejo exprime-se por uma carícia, tal como o pensamento pela linguagem.
Jean-Paul Sartre


Existe um lugar onde ninguém pode tirar você de mim. Este lugar chama-se Pensamento...e nele, você me pertence!!
Charles Chaplin


 Todo pensamento emocionalizado, unido à fé, tende a se realizar, a se materializar.
Napoleon Hill 

sábado, 25 de agosto de 2012

E de tanto esperar, renasceu o amor...
Sai de mim e desabrochou...
Me fez recriar, sonhar novamente...
Quem sabe assim a felicidade me alcance!!