domingo, 17 de abril de 2011

Desentupindo a Mente

Quando foi que você teve certeza que estava pensando merda?
Todas as vezes que pensou?
Bem, não chego a ser assim, mas quando penso admito que penso.
Sei lá, geralmente não é por uma boa causa.
Ou é por causa daquilo que eu sinto q o outro me causa.
Entenderam?
Nem eu. Vou tentar de novo.
É por causa daquilo que uma outra pessoa faz, ou diz.
E ai, isso me causa, o que disse no começo, pensamentos de merda.
Droga! Não sei como continuar.
Sabe quando o pensamento se dividi entro o que você quer pensar,
e o que os outros querem que você pense?
Por exemplo: Fulano quer pensar na mulher gostosa que viu no porno de madrugada.
E a Mãe de fulano chega no quarto e diz: Filho, mamãe trouxe sua roupa passada.
Putz! Banho frio na hora.
Ou quando você quer lembra de uma música.
E sempre aparece aquele cara do teu lado que canta outra nada a ver.
Enfim, não sei mais o que escrever.
Por que a mente quer pensar mais, porém tem coisas mas profundas que não permitem.
Ainda não sei se quero ficar só.
Deixar que meus medos se apoderem de mim.
E Deixa-los me fazer derramar algumas águas dos olhos.
Não sei se quero me permitir, sentir isso.
Não é algo ruim, só desagradavel pra mim.
Tanto tempo a gente acreditando em algo.
Tanto tempo se permitindo ser feliz mais uma vez.
Mesmo sabendo que ainda existia uma ponta de dúvida.
É tanta cofusão, tanta mentira, tanto jogo oculto.
Que já não sei mais se quero jogar.
Aliás dá até pra se perguntar por que comecei a jogar.
Por que me permiti tentar.
Enfim, são só questionamentos de uma cabeça que não para de pensar.
Pensar em como tudo é tão superficial e ao mesmo tempo tão profundo.
Como o bebê que agora carrego no ventre.
Será que a vida é sempre assim?
Um borrão de lindas tintas coloridas, que escondem o mundo cinza que ali existe?
Gostaria que não.
Mas como sempre não controlo os outros só a mim mesma.
E o que fazer com isso?
Nem eu mesma sei.
Por que já não sei se sou dona de mim.
Por que a duvida me tirou o chão, a credibilidade de um alguém que, enfim.
Não é hora, me debulhar em lágrimas vai ser fácil agora.
Sempre é fácil quando a gente não entende.
O mais dificil vai ser me manter no chão, agora que estou levantando.
Até quando não quero ser forte, eu sou.
Mas com que proposito?
Será por mim mesma?
Ou por você que está por vir?
Ainda não sei, só sei que apesar do meu mundo cinza.
Meu bebê o tornará colorido, por que só nele poderei confiar plenamente.
Por que de mim parte, e a mim retornará.
Por que um elo estabelecido por um cordão umbilical, é mais do que a ligação.
É a força de Deus agindo.
Sobre dois seres, que jamais pensaram em se conhecer,
e agora teram essa oportunidade.
Bebê, estou a tua espera, meu motivo de alegria!
Te Amo, não só da boca pra fora, mas do ventre pra dentro também!

Estranho é começar assim...

Morri! Ou será que me mataram?
Será que estou no céu? Ou estou chegando no irferno?
Sabe. Não sei se importa mais.
Me perdi nas inumeras frases que ficaram no dia.
Foram tantas coisas ditas.
Ai que confusão!
Desconfundir agora seria muito bom.
Pena que não exista uma forma de desconfusão.
Algo que a gente tome e faça subir ou desenrolar a confusão.
Nem sei bem se iria querer.
As vezes o melhor é sofrer um pouco.
Deixar as palavras fazerem sentido.
Se é que o que foi dito tem algum sentindo.
Não sei você, mas estou confusa de novo.
Parece até que estou na minha cabeça, e não mais nas linhas.
Deixe me ver...
Acho que tem mais coisa aqui.
Aqui não! Lá!
Lá naquela cabeça que não para de pensar.
Que não para de rodar.
E que tem um pensamento que não quer sair.
Que pensamento é esse?
Será que morri?